domingo, 9 de novembro de 2008

Vem de berço!

Todos os homens são iguais SIM, não importa a idade!
Veja:













quinta-feira, 16 de outubro de 2008

O homem perfeito!

O homem perfeito é lindo, tem um pouco de mistério...
é belo quando está rindo, é belo quando está sério.
O homem perfeito é bom, tem um jeito carinhoso,
quando fala em meigo tom, causa arrepio gostoso.
O homem perfeito é fino, é solicito e é fiel,
tem a graça de um menino e é mais doce do que o mel.
O homem perfeito adora dar flores,
botões de rosas a uma velha senhora ou a uma jovem formosa.
O homem perfeito tem energia, nao se cansa, lava louça...
cozinha, gosta muito de criança.
O homem perfeito é sensível, gosta de dança e balé, nunca há de magoar-te.
Para encerrar, acrescento nesses versos que alinhei,
"se existe um homem perfeito, ele so pode ser GAY"

terça-feira, 30 de setembro de 2008

A Bula do Homem

Indicações:
Homem é recomendado para mulheres portadoras de SMS (Síndrome da Mulher Sozinha). É eficaz no controle do desânimo, da ansiedade, irritabilidade, mau-humor, insônia, etc.
Posologia e modo de usar:
Homem deve ser usado três a quatro vezes por semana. Não desaparecendo os sintomas, aumente a dosagem ou procure outro. É apropriado para uso externo ou interno, dependendo das necessidades da mulher.
Precauções:
Mantenha longe do alcance das amigas. Manuseie com cuidado, pois Homem explode sob pressão, principalmente quando associado a álcool etílico. É desaconselhável o uso imediatamente após as refeições.
Apresentação:
Mini, Midi, Plus ou Super Mega Maxi Plus (Ui!)
Conduta na Overdose:
O uso excessivo de Homem pode produzir dores abdominais, entorses, contraturas lombares, assim como ardor na região pélvica. Recomenda-se banhos de assento, repouso, e contar vantagem para a melhor amiga.
Efeitos Colaterais:
O uso inadequado de Homem pode acarretar gravidez e acessos de ciúmes. O uso concomitante de produtos da mesma espécie pode causar enjôo, fadiga crônica e em casos extremos lesbianismo.
Prazo de Validade:
O número do lote e a data de fabricação encontram-se na cédula de Identidade e no cartão de crédito.
Cuidado:
Existem no mercado algumas marcas falsificadas, a embalagem é de excelente qualidade, mas quando desembrulhado, verifica-se que o produto não fará efeito nenhum, muito pelo contrário, o efeito é totalmente oposto, ou seja, além de não ser eficaz no tratamento das mulheres, podem agravar os sintomas e até inibindo o efeito do medicamento correto.
Instruções para o perfeito funcionamento de um homem:
Ao abrir a embalagem, faça uma cara neutra: não se mostre muito empolgada com o produto. Se fica muito seguro de si, o homem não funciona bem, vive dando defeito.
Guarde em local fresco (homem fedorento não dá) e seguro (não esqueça que ele é o sexo frágil).
Para ligar, basta uns beijinhos no pescoço pela manhã. Para desligar, providencie uma noite de sexo. Ele dorme feito uma pedra e não diz nem boa noite (falta de educação é um defeito de fábrica).
Em caso de defeito, algumas táticas costumam dar certo:
Comece escondendo o controle remoto. Se a falha persistir, cancele o futebol do fim de semana e o chopp com os amigos. Mas se o problema for grave mesmo, é preciso tratamento de choque: a única solução é greve de sexo.
Atividades que ele sabe fazer bem (trocar lâmpada, abrir vidro de palmito, vidros de azeitonas e maionese, abrir latas em geral, trocar pneu, carregar chuveiros e engraxar sapatos) devem ser estimuladas.
Atenção:
Homem não tem garantia e todas as espécies são sujeitas a defeitos de fábrica, como deixar toalha molhada na cama, urinar na tampa do vaso, deixá-la levantada, fazer bagunça, espalhar as coisas, comer cebola, esquecer datas de aniversário, roncar, etc. Não existe conserto. A solução é ir trocando até que se ache o modelo ideal, e recentes pesquisas informaram, ainda não foi inventado; mas não custa tentar.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Aprendendo mais sobre as mulheres:

Tem algumas coisas que por mais que um homem se esforce, jamais conseguirá compreender.

Coisas que só as mulheres sabem o significado:
Aliança = Garantia financeira.
Amante = Homem que faz tudo aquilo que o marido nunca faz.
Amor impossível = Um pretendente pobre.
Batom = Poderosa arma feminina que deixa marcas fatais.
Bolsa = Membro essencial no funcionamento do corpo feminino.
Cansaço = Vontade de ficar sozinha.
Carteira = Principal órgão masculino.
Certeza = Quase certeza.
Confiança = Ação incompatível com os homens.
Dor de cabeça = Falta de vontade.
Extravasar = Galinhar.
Falta de atenção = Falta de presentes.
Fracasso = Perder um homem para uma mulher mais magra.
Gravidez = Investimento a longo prazo.
Minutos = Horas. Principalmente antes de sair.
Maquiagem = Realce da beleza natural e disfarce da feiúra original.
Meia calça = Camada de acabamento das pernas.
Namorado = Desculpa usada para despistar homens indesejados.
Nunca = Por enquanto não...
Pílula = Medicamento usado no momento certo e suspenso no momento oportuno.
Problemas conjugais = Ausência de orgasmo.
Satisfação = Verbete desconhecido no dicionário feminino.
Seios = Sinônimo de maçaneta, pois também abrem muitas portas.
Talvez = Sim.
Terapia de grupo = Shopping com as amigas.V
alorização = Flores no dia seguinte.

Coisas que só uma mulher consegue:
Passar a vida inteira, lutando contra o próprio cabelo.
Comprar uma blusa que não combina com mais nada, só porque estava em promoção.
Ser tratada feito idiota pelo mecânico na oficina.
Fingir naturalidade durante um exame ginecológico.
O poder de uma calça jeans para radiografar a estrutura do corpo.
Ter crise conjugal, crise existencial, crise de identidade e crise de nervos.
Ser mãe solteira, mãe casada, mãe separada e mãe do marido.
Assistir futebol só para fazer companhia a ele.
Lavar a calcinha no chuveiro e depois pendurá-la na torneira.
Escutar que mulher ao volante é perigo constante e homem ao lado é perigo dobrado.
Depilar a perna de 15 em 15 dias, com cera.
Rasgar a meia na entrada da festa.
Sentir-se pronta para conquistar o mundo, quando está usando um batom novo!
Chorar no banheiro se olhando no espelho pra ver qual o melhor ângulo.
Achar que seu relacionamento acabou e depois descobrir que era tudo tensão pré-menstrual.
Nunca saber se é para dividir a conta, ou se é para ficar meiguinha.
Ser chamada de tia por uns brotinhos bem gatinhos.
Colocar cinta para disfarçar a barriga.
Ficar completamente feliz porque ele ligou.
Dizer não, para ele insistir bastante e, aí, dizer sim!
Sorrir gentilmente para o cliente enquanto uma cólica louca engole você.

Coisa que só as mulheres entendem:
10. Por que é bom ter cinco pares de sapatos pretos;
09. A diferença entre creme, marfim, e bege claro;
08. Que chorar pode ser divertido;
07. Roupas soltas;
06. Uma salada, uma bebida diet e um sundae de chocolate fazem um almoço equilibrado;
05. Descobrir um vestido de marca, em oferta, pode ser considerada uma experiência de vida;
04. A inexatidão de toda balança;
03. Achar o homem ideal é difícil, mas achar um bom cabeleireiro é praticamente impossível;
02. Por que um telefonema entre duas mulheres nunca dura menos que dez minutos;

E o tópico número 01 que só as mulheres entendem:
01. As outras mulheres!

sábado, 23 de agosto de 2008

Sem comentários!

"-Tchau, foi um prazer conhecê-lo.
-O prazer foi todo meu. Prazer não, satisfação. Prazer seria se eu tivesse beijado essa boca linda."

Gente, não é por nada não, mas eu tive que chupar várias mangas.
Eu daria todas as minhas roupas novas só pra saber o que se passa na cabeça de certas pessoas.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Os Homens Desejam Mulheres que não existem.

Está na moda - muitas mulheres ficam em acrobáticas posições ginecológicas para raspar os pêlos pubianos nos salões de beleza. Ficam penduradas em paus-de-arara e, depois, saem felizes com apenas um canteirinho de cabelos, como um jardinzinho estreito, a vereda indicativa de um desejo inofensivo e não mais as agressivas florestas que podem nos assustar. Parecem uns bigodinhos verticais que (oh, céus!...) me fazem pensar em... Hitler.
Silicone, pêlos dourados, bumbuns malhados, tudo para agradar aos consumidores do mercado sexual. Olho as revistas povoadas de mulheres lindas... e sinto uma leve depressão, me sinto mais só, diante de tanta oferta impossível. Vejo que no Brasil o feminismo se vulgarizou numa liberdade de "objetos", produziu mulheres livres como coisas, livres como produtos perfeitos para o prazer. A concorrência é grande para um mercado com poucos consumidores, pois há muito mais mulher que homens na praça (e-mails indignados virão...). Talvez este artigo seja moralista, talvez as uvas da inveja estejam verdes, mas eu olho as revistas de mulher nua e só vejo paisagens; não vejo pessoas com defeitos, medos. Só vejo meninas oferecendo a doçura total, todas competindo no mercado, em contorções eróticas desesperadas porque não têm mais o que mostrar. Nunca as mulheres foram tão nuas no Brasil; já expuseram o corpo todo, mucosas, vagina, ânus.
O que falta? Órgãos internos? Que querem essas mulheres? Querem acabar com nossos lares? Querem nos humilhar com sua beleza inconquistável? Muitas têm boquinhas tímidas, algumas sugerem um susto de virgens, outras fazem cara de zangadas, ferozes gatas, mas todas nos olham dentro dos olhos como se dissessem: "Venham... eu estou sempre pronta, sempre alegre, sempre excitada, eu independo de carícias, de romance!...". Sugerem uma mistura de menina com vampira, de doçura com loucura e todas ostentam uma falsa tesão devoradora. Elas querem dinheiro, claro, marido, lugar social, respeito, mas posam como imaginam que os homens as querem. Ostentam um desejo que não têm e posam como se fossem apenas corpos sem vida interior, de modo a não incomodar com chateações os homens que as consomem. A pessoa delas não tem mais um corpo; o corpo é que tem uma pessoa, frágil, tênue, morando dentro dele. Mas, que nos prometem essas mulheres virtuais? Um orgasmo infinito? Elas figuram ser odaliscas de um paraíso de mercado, último andar de uma torre que os homens atingiriam depois de suas Ferraris, seus Armanis, ouros e sucesso; elas são o coroamento de um narcisismo yuppie, são as 11 mil virgens de um paraíso para executivos. E o problema continua: como abordar mulheres que parecem paisagens? Queremos percorrer as mulheres virtuais, visitá-las, mas, como conversar com elas? Com quem? Onde estão elas? Tanta oferta sexual me angustia, me dá a certeza de que nosso sexo é programado por outros, por indústrias masturbatórias, nos provocando desejo para me vender satisfação. É pela dificuldade de realizar esse sonho masculino que essas moças existem, realmente. Elas existem, para além do limbo gráfico das revistas. O contato com elas revela meninas inseguras, ou doces, espertas ou bobas mas, se elas pudessem expressar seus reais desejos, não estariam nas revistas sexy, pois não há mercado para mulheres amando maridos, cozinhando felizes, aspirando por namoros ternos. Nas revistas, são tão perfeitas que parecem dispensar parceiros, estão tão nuas que parecem namoradas de si mesmas. Mas, na verdade, elas querem amar e ser amadas, embora tenham de ralar nos haréns virtuais inventados pelos machos. Elas têm de fingir que não são reais, pois ninguém quer ser real hoje em dia - foi uma decepção quando a Tiazinha se revelou ótima dona de casa na Casa dos Artistas, limpando tudo numa faxina compulsiva.
Infelizmente, é impossível tê-las, porque, na tecnologia da gostosura, elas se artificializam cada vez mais, como carros de luxo se aperfeiçoando a cada ano. A cada mutação erótica, elas ficam mais inatingíveis no mundo real. Por isso, com a crise econômica, o grande sucesso são as meninas belas e saradas, enchendo os sites eróticos da internet ou nas saunas relax for men, essa réplica moderna dos haréns árabes. Essas lindas mulheres são pagas para não existir, pagas para serem um sonho impalpável, pagas para serem uma ilusão. Vi um anúncio de boneca inflável que sintetizava o desejo impossível do homem de mercado: ter mulheres que não existam... O anúncio tinha o slogan em baixo: "She needs no food nor stupid conversation." Essa é a utopia masculina: satisfação plena sem sofrimento ou realidade. A democracia de massas, mesclada ao subdesenvolvimento cultural, parece "libertar" as mulheres. Ilusão à toa. A "libertação da mulher" numa sociedade ignorante como a nossa deu nisso: superobjetos se pensando livres, mas aprisionadas numa exterioridade corporal que apenas esconde pobres meninas famintas de amor e dinheiro. A liberdade de mercado produziu um estranho e falso "mercado da liberdade". É isso aí. E ao fechar este texto, me assalta a dúvida: estou sendo hipócrita e com inveja do erotismo do século 21? Será que fui apenas barrado do baile?
(Arnaldo Jabor).

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

A despedida do amor

Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão embrulhados na dor que não conseguimos ver luz no fim do túnel.
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também...
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir, lembrança de uma época bonita que foi vivida... Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente, e que só com muito esforço é possível alforriar.
É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a "dor-de-cotovelo" propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: "Eu amo, logo existo".
Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente...
E só então a gente poderá amar, de novo.
(Martha Medeiros).

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Momentos de intimidade.

Como dizem, intimidade é uma merda! Principalmente em um relacionamento. Depois que ela chega, a gente consegue ver realmente quem é a pessoa que está do nosso lado, seja isso bom ou ruim, cada um acha o que quiser.
A intimidade não tem data certa pra chegar, costuma chegar em tempos diferentes, variando de relacionamento pra relacionamento e de pessoa pra pessoa. Às vezes é um pouco triste descobrir em um pequeno espaço de tempo, que aquele carinha que você acha o mais cortês e mais certinho do mundo, também solta pum, arrota, não gosta de tomar banho, deixa a toalha molhada na cama, não levanta a tampa do vaso quando vai usá-lo e ainda erra o alvo ou coisas desse tipo. Lógico que seu parceiro também pode descobrir coisinhas sobre você tipo: que você usa máscara facial de pepino na cor verde todas as noites antes de dormir, lava a calcinha durante o banho e ainda costuma deixar estendida no box do banheiro, passa ‘trocentos’ minutos com uma touca térmica de alumínio na cabeça que mais te faz ficar parecendo um astronauta só para hidratar as longas madeixas rebeldes ou mais um monte de picuinhas femininas que não quero citar!
Essas descobertas só são possíveis depois da chegada da tão “querida” intimidade! Passei por situação parecida certa vez quando meu (na época) parceiro olhou pra mim e disse que iria soltar um pum. Eu fiz aquela cara de não estar acreditando que a pessoa estava me falando aquilo, e ele respondeu que era melhor avisar em caso de rolar mau cheiro e que eu não fizesse aquela cara porque já tínhamos intimidade suficiente para tal ato. Mas como assim?! Eu não quero essa porcaria de intimidade mais não! Volta a fita então.
Fiquei me perguntando se era intimidade, ou era o cara que era porco mesmo! Eu sei que todo mundo faz isso né gente, mas não na frente dos outros, nem da recém namorada, muito menos com aviso prévio. Tudo bem, deixei passar dessa vez, mas na segunda vez que isso aconteceu eu realmente não agüentei, e de raiva disse que iria entrar no concurso de arrotos que os amigos dele faziam (modéstia à parte eu arroto mais alto e mais longo que muito marmanjo por aí, coisa que ele detestava). Ele me olhou com a mesma cara que eu fiz na primeira situação, mas em um piscar de olhos mostrou-se arrependido e disse que aquilo não iria mais se repetir. Hehehehe! Situação resolvida! Mas, só até chegar o inverno e ele me dizer que odeia tomar banho... e que até hoje com seus vinte e poucos anos de idade, a mãe ainda tem que ficar gritando com ele, pedindo que vá tomar banho. Ahhh, faça-me o favor, né! Não sei se ele tava tirando onda com a minha cara, até porque tava sempre limpinho, não era sempre aquela coisa super, hiper perfumada, mas também não era o Cascão da Turma da Mônica, mas por via das dúvidas, eu não quis ocupar no futuro o lugar da mãe dele e passar o resto da vida (ou do namoro) pedindo pra ele ir tomar banho, né! Pulei fora. E como dizia minha avó, quem tem filho barbado é gato!
Estão pensando que sou fresca né? Definitivamente não sou tão fresca quanto parece, mas em inicio de namoro, a intimidade com toda certeza apagou o brilho e encanto do meu relacionamento. Se no começo do namoro já estava assim, quem diria mais pra frente?! E fresca ou não, eu realmente não quis pagar pra ver!

domingo, 13 de julho de 2008

Momento Avestruz!

Estava eu, solteira, livre e desimpedida novamente (não por opção, mas fazer o quê?!), quando conheço um gatinho, e começamos a ficar! Foi atração à primeira vista! Depois de um mês, não resisti aos encantos carnais do mesmo! Juro que lutei, mas não consegui! E decidi correr para o abraço! Fomos para o apartamento dele, onde mora com mais 4 pessoas (todos estudantes do sexo masculino)!
No começo fiquei tímida de chegar lá e encontrar aquela turma de homens olhando pra minha cara, e escrito na testa deles "já vai pra o matadouro, né?", mas ele me falou que apenas o irmão dele estaria em casa! E todas as vezes anteriores que eu tinha ido lá, nunca tinha visto ninguém mesmo! Então tudo bem! E lá fomos nós!
Chegamos, e eu tive a sorte de não dar de cara com ninguém, então passamos direto para o quarto dele, onde ficamos lá namorando por horas! Quando estávamos no bem bom, comecei a ouvir vozes masculinas! Eram, além dos meninos que moram no apê, os amigos que vieram fazer uma visitinha pra jogar conversa fora! Bom, eu fiquei tranquila porque ninguém tinha me visto mesmo! Sabiam que tinha alguém no quarto com ele, mas não que eu era EU! rs! Então continuamos no nosso clima quente, apesar de estar fazendo um frio danado, enquanto os meninos continuavam conversando besteira bem em frente à porta do quarto que estávamos! Eu, tentando ser discreta, fazia de tudo para não fazer muito barulho, pois eu sabia que atrás da porta tinha gente, e se brincar, podiam ouvir até uma agulha caindo. Mas... quem foi que disse que o meu parceiro estava incomodado se os outros ouviriam ou não alguma coisa? Pois é, na hora de gozar, ele fez um escândalo tão grande, que acho que não só os meninos que estavam presentes ouviram, mas o prédio inteiro deve ter ouvido aquilo! Eu fiquei moooorta de vergonha, juntamente com uma vontade enorme de rir da situação e daquilo tudo, até porque vá lá que nós mulheres gritemos daquele jeito quando gozamos, mas homem, foi a primeira vez que vi! Fiquei ali, parada, com aquela cara de interrogação, achando que eu tava rompendo o hímen dele ou coisa do tipo. Consegui me conter no riso, mas justamente quando ele parou de gritar, foi que eu percebi que os meninos estavam em silêncio. Tenho certeza que eles escutaram os gritos. Espero que não tenham escutado o nosso falatório durante a relação, mas tudo bem, fiquei pensando que daqui que eu fosse sair de dentro daquele quarto eles não estariam mais ali.
Rum... doce ilusão! Passaram-se horasssssss e enfim eu quis ir para casa. Eu tinha que ir para casa naquele dia, então acendemos a luz e começamos a nos ajeitar. Na hora que íamos sair, eu ouvi a voz de um dos meninos e pedi pra ele olhar se ainda estavam ali, porque se estivessem todos, eu não iria nem a pau, Juvenal! Ele olhou pelo buraco da fechadura e disse que eles estavam sim, mas era besteira, a gente poderia ir sem nenhum problema! Realmente, não teria problema algum... se eu não fosse tão tímida assim e se ele não tivesse feito aquele escândalo todo quando a gente tava lá no bem bom! Então sentei e mandei ele sentar também, porque eu não estava preparada psicologicamente pra enfrentar aquele monte de olhos masculinos quando saíssemos dali! Ele me disse: "tá bem, a gente diz que estava estudando!". Como assim cara-pálida? Estudando de luz apagada? E gemendo por quê? Mentir não colava, então começamos a conversar e enfim, paramos de ouvir os meninos. Aí eu disse pra gente aproveitar e ir porque parecia que eles não estavam ali, e ele disse que achava que os meninos tinham ido pros seus quartos. Então corremos pra sair do apto rapidinho. Ao abrir a porta da esperança, com o que eu me deparo? Estavam todos lá, olhando curiosos para mim porque estava sendo nosso primeiro contato, e naquela situação...! Nem preciso comentar que a essa altura do campeonato eu estava com a cara roxa de vergonha, né? Olhei para meu gatinho com vontade de esfolá-lo por causa do momento avestruz que estava passando! Dei uma risadinha amarela para todos e piquei a mula rapidinho! Acho que o caminho em direção à porta de saída daquele apartamento nunca tinha sido tão longo!!!

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Baleia ou sereia?

VI ESSE TEXTO NUM SITE E ACHEI MUITO LEGAL:
"Ontem vi um outdoor da Runner, com a foto de uma moça de biquíni e a frase: "Neste verão, qual você quer ser? Sereia ou Baleia?"
Respondo: Baleias sempre estão cercadas de amigos. Baleias têm vida sexual ativa, engravidam e têm filhotinhos fofos. Baleias amamentam. Baleias nadam por aí, cortando os mares e conhecendo lugares legais como as banquisas de gelo da Antártida e os recifes de coral da Polinésia. Baleias têm amigos golfinhos. Baleias comem camarão à beça. Baleias esguicham água e brincam muito. Baleias cantam muito bem e têm até CDs gravados. Baleias são enormes e quase não têm predadores naturais. Baleias são lindas e amadas. Sereias não existem. Se existissem viveriam em crise existencial: "Sou um peixe ou um ser humano?".
Runner, querida, prefiro ser baleia!"
E VOCÊS, PREFEREM SER BALEIA OU SEREIA?! EU SOU UMA BALEIA GIGANTE (ME ASSUMI À PARTIR DE AGORA), FALO ATÉ BALEIÊS, HEHEHEHE!!

segunda-feira, 23 de junho de 2008

A verdade sempre aparece!

Eu tive um namorado há muito tempo atrás, com quem tive uma grande decepção amorosa. Descobri que ele namorava comigo e com outra ao mesmo tempo. E depois de ter descoberto a cachorrada que ele me fez e ter dado um basta ao namoro, ele cinicamente mandou-me um e-mail falando de amor e como amar.
Isso era o que mais me revoltava. Quem era ele, que moral ele tinha pra me mandar aquele e-mail se ele mesmo não sabia o que era aquilo? Alguém assim pode amar de verdade?! Eu acho que não.
Lamentei muito por não ter percebido antes o quanto de falsidade havia nele e nas suas atitudes dissimuladas, em ter perdido tanto tempo acreditando nas histórias mirabolantes que ele inventava. Ele mentia por hábito, inventava histórias sem a menor necessidade, aliás, com o intuito de sempre me enganar e enganar também as outras com quem ficava enquanto namorava comigo e a outra lá. Porque sim, minhas amigas churrasqueiras, além de namorar as duas, ele ainda arrumava tempo para ter outras por aí, em festas, viagens, congressos e seminários que ele inventava e assim seguia levando.
Mas por conta disso, ele jogou no lixo a possibilidade de continuar com uma pessoa que o tratava bem, o respeitava em todos os momentos, longe ou perto e o que é pior, que gostava de verdade dele, até descobrir realmente com quem estava se envolvendo. Tive tanto ódio, tanto nojo, tanto desprezo... E tenho certeza que ele não deve ter ficado nem um pouco abalado com o estrago que causou na minha vida na época, nem na vida da outra coitada a quem ele iludiu.
Demorou, mas um dia a verdade veio à tona, e com ela veio junto uma amizade que tenho até hoje, porque descobri que ela (a outra... ou será que a outra era eu?!) tinha muito a ver comigo, éramos parecidas em tudo e nos demos muito bem por telefone, enquanto conversávamos por horas e horas sobre todas as cachorradas que ele fez com a gente ao mesmo tempo. Nisso, eu tenho muito que agradecê-lo!! E olha que por muito tempo nutri um sentimento ruim por ela, porque acreditava nas coisas ruins que ele inventava (dizendo que ela era uma ex que não largava do pé dele, embora ele já tivesse dado vários foras nela).
Antes de terminar, eu disse muitas coisas a ele: que esquecesse que eu existia, que seguisse a vida dele e me deixasse em paz, que procurasse ser feliz do jeito que pudesse e se achava que enganando os outros era uma forma de ser feliz, que fosse em frente... E que não viesse nem me falar em amizade. Meu maior erro, sem dúvida foi imaginar que ele um dia ainda teria “conserto”.
Hoje vejo que não havia... Nem nessa vida nem em outra. Porque ele não vai mudar, porque ele não presta, não vale nada, porque vai ser sempre um mentiroso que engana os outros, mas principalmente a si mesmo, o que é ainda pior!!
Meus sentimentos nunca significaram nada pra ele. Se eu o amei ou não, pra ele tanto fez. O que importava era unicamente ele, SÓ ELE!!
Devia se achar o máximo por saber que eu e meia dúzia de idiotas éramos apaixonadas por ele e o mesmo conseguia ligar com a situação, ficando com todas sem se desfazer de nenhuma!! Ele nunca soube o verdadeiro significado da palavra RESPEITO!!
Mas eu acredito que tudo o que a gente faz nessa vida, de bom ou de ruim, tem suas conseqüências e que de uma forma ou de outra, a gente paga por elas um dia! E ele vai pagar por tudo de mal que causou a mim e à outra, por tudo que nos fez sofrer, por cada lágrima que derramamos por causa dele.
Nem preciso dizer que depois disso tudo, ele ainda veio atrás, pedindo perdão e querendo uma segunda chance, na maior cara de pau possível. E foi a minha vez de me sentir vingada: dei-lhe um bonito pé na bunda, para aprender a ser menos cachorro e mais gente!

E hoje eu tô aqui, viva, feliz de ter me livrado de um traste daqueles e ter podido recomeçar, e conhecer outras pessoas que valeram muito mais à pena do que ele... aliás, ele não valeu foi nada, nunca!

domingo, 8 de junho de 2008

Um quase homicídio duplo!

Eu fiquei durante meses e meses com um menino que mais mulherengo, ainda não vi nesse mundo. Mas eu sabia que daquele mato não sairia coelho, era só pegação e olhe lá. Então, enquanto nada melhor aparecia no cardápio, era aquele mesmo que eu ia usufruir para fins ilícitos!=D
Até que um dia eu cansei. Porque já tinha dado o que tinha que dar e porque eu tava cansada e abusada daquilo tudo. Mas aceitei ir numa festinha na casa dele, afinal, a amizade continuava. Lá chegando, fui super bem tratada, atenções voltadas para mim, melhor amiga dele vindo com papinho de aceitá-lo de volta, porque ele tinha mudado e tava a fim de algo sério comigo e eu nem tchum para aquela conversa pra 'boi' dormir!
Eu tava saindo do banheiro quando ele me barrou, pedindo uma conversa, dentro do próprio. Claro que não aceitei, porque isso não daria certo e principalmente porque íamos ser interrompidos de meio em meio minuto com os beberrões querendo mijar. Então ele me puxou e fomos para o quarto dele. Conversa vai, conversa vem, eu bem decidida a não dá-lo chance alguma e ele remoendo um passado, atrás de embasamento pra me fazer voltar.
Até que surge uma terceira pessoa. Louca, descontrolada, se achando a dona da situação. Sim, meus caros colegas, porque era apenas mais uma das inúmeras garotas que ele ficava, mas ela jurava que era a titular e absoluta.
O mais chato, era porque não tava realmente rolando nada (porque eu não queria), a gente tava lá conversando numa boa, mas a criaturinha tava tão descontrolada, que chutava a porta, pegou uma faca dizendo que ia nos matar e deixou tantos buracos na porta que eu jurei que ela ia passar a noite ali, cavando, cavando, até fazer um buraco no qual pudesse entrar e consumar o assassinato.
Nisso, de tanto rir (porque algumas coisas eram extremamente engraçadas), e por ter bebido muita cerveja, a vontade de fazer xixi aumentou. Triplicou, na realidade. O apto no 3º andar, não me permitia pular a janela pra fazer do lado de fora e sair do quarto estava fora de questão, porque a psicopata ansiava pelo meu pescoço. O desespero bateu, pq eu não aguentava mais, e tava fazendo xixi nas calças, quando o ex ficante teve uma idéia:

- Olhe, não vai dar pra sair daqui, porque ela simplesmente tá sentada numa cadeira de frente pra cá com uma faca na mão. Pegue uma toalha aí no guarda-roupa e faça xixi em cima dela, ali no canto do quarto. Amanhã eu mando pra lavar.
- Tá louco?!
- Ou é isso, ou você vai ficar toda mijada.
- Putaquiupariu, não acredito que vou ter que fazer isso. Mas, já que não tenho alternativa, passa a toalha pra cá.
- Pega você, porque ela chutou tanto a porta, que o trinco quebrou. E eu tou tentando um jeito de nos tirar daqui, porque agora percebi que mesmo que ela não tivesse nos esperando com uma faca na mão, nós estamos trancados aqui dentro.
- O que diabos eu vim fazer nessa festa!? Ai que ódio!! Murphy não coopera com a minha vida!

E lá fui eu fazer xixi atrás do cabide, em cima da toalha. Quem bebe, sabe como é xixi de cerveja... um riacho, pra falar a verdade. A toalha ficou encharcada! Se eu quisesse fazer xixi de novo, ia ter que ser em outra toalha, podes crer! Então, o tempo foi passando, o sono foi chegando e eu dormi enquanto ele ficou lá, escorado na porta até a louca psicopata ir embora! Quando acordei, estava o coitado, deitado ao lado da cama onde adormeci que nem vi, e a toalha próxima, exalando xixi à torto e à direita. Saí de lá, trazendo a toalha pra casa, pra lavar, porque enfim, lavadeira nenhuma ia passar a mão no meu xixi, né?! Eu tenho senso das coisas!!
Mas que foi uma noite muiiii louca e muiiii engraçada, isso foi! hehehehe
A psicopata?! Bem, ela passa por mim até hoje e não sabe que eu era a menina que tava no quarto com o bofe! Ela desconfia, mas certeza mesmo ela não tem, porque se tivesse, acho que o homicídio tinha sido consumado. Ela tem jeitinho meigo de ser, mas a alma é de louca psicopata que roda a baiana!
Ai, Jisus! Dessa eu me salvei!! Só tenho mais seis vidas!!=P

domingo, 1 de junho de 2008

Vai.... [de retro Satanás]

Pegando a deixa do texto anterior, encontrei uma música da Simone Saback, cantada por Ana Carolina, que tem TUDO A VER com o que o dito cujo fez com a nossa churrasqueira de plantão. Então, resolvi postá-la aqui.
Diz assim:

Espera aí!
Nem vem com essa história
Eu nem quero ouvir
Não dá pra te esquecer agora
Como assim?
'Cê disse que me amava tanto ontem
Eu juro que ouvi
Calma aí!
Que diabo você tá dizendo agora?
Que onda é essa de outro lance pra viver?
Você nem pode tá falando sério...
Vivi pra você
Morri pra você
Pois então vai!
A porta esteve aberta o tempo todo
Sai!
Quem tá lhe segurando?
Você sabe voar
Pois então vai!
A porta na verdade nem existe
Sai!
O que está esperando?
Você sabe voar
(...)
Voa libélola... vai pousar em outras flores, hahahaha... Desabrocha, flor!! E seja feliz... =D

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Gato por lebre, ops, veado!

Atendendo ao pedido de um amigo, resolvi relatar um 'causo' que me aconteceu anos atrás.
Um dia qualquer, eu resolvi aceitar o convite do cunhado pra sair com ele, minha irmã e um amigo. A tarde tava animada, cervejinha gelada, conversas engraçadas, forrózinho pé de serra tocando e nós cada vez mais animados por conta do álcool. O bar tava fechando, mas a gente não queria dar a noite por encerrada, então passamos num posto de gasolina, compramos uns vinhos e fomos atrás de uma casa de forró que funciona no meio da semana. Não tinha ninguém suficientemente bom, lúcido... o que explica o fato de não termos achado a tal casa de shows e termos ído parar na cidade vizinha. Tudo bem, até aí, tudo muito normal... O que importa é que demos muitas risadas, continuamos nosso papo divertido e tomando o vinho, que era bem estranho de todos os que já experimentei na vida. Ele deixava tudoooo que tocava roxo! Então nem é preciso dizer como estavam nossas bocas!!=D
Agora cada um tem seu jeito de beber, de se divertir e de ficar bêbado. Altamente pessoal e intransferível, graças a Deus. Porque o amigo do meu cunhado resolveu tomar banho com o vinho! An?! Pirou?! Endoideceu?! "Ele é assim mesmo, liga não!" disse meu cunhado. Então tá, cada doido com sua mania!
Resultado da noite: voltamos pra casa altamente embreagados e felizes e eu acabei ficando com o amigo-banhado-de-vinho-do-meu-cunhado. Mesmo naquelas circunstâncias, mesmo ele estando todo roxo!
E desse encontro, rolaram outros e mais outros e mais outros e acabou virando namoro. Não era aquela coisa empolgante, mas ele me passava segurança, me ajudou em momentos conturbados, era educado, tinha um papo legal, embora um jeitinho de falar que me irritava um pouco.
No primeiro mês de namoro, ele me presenteou com uma carta de amor. Daquelas apaixonadas, digna de um outro post aqui, pra explicar algumas coisas que vocês talvez não entendam ao fim deste. E eu me senti mal. Porque eu não tava retribuindo aquele amor todo que ele demostrava nas linhas daquele papel, porque eu juro que tava me esforçando, mas não tava conseguindo.
Ele era bonito, tinha um corpão sarado (não que isso me agrade, tô só constatando aqui o tipo físico do cabinha), era inteligente, muito educado, beijava bem, era super bom de cama, mostrava estar apaixonado, então eu me esforçava ao máximo pra gostar dele, sem muito sucesso. Mas eu fui levandoooo, até pq com essas características todas eu não ia 'jogá-lo fora' sem ao menos tentar...
No 4º mês, eis que numa determinada noite (depois de termos saído juntos na noite anterior, e ele ter dito com todas as letras que me amava e estava feliz), ele terminou comigo. Não, vocês não leram errado. ELE terminou comigo. Eu não discuti, não briguei, nem esperneei, mas fiquei chocada. E claro, revoltada. Porque eu tenho orgulho e quando ele fere, eu me revolto.
Dias depois eu descobri que ele terminou comigo pra voltar com a ex. Então milhões de coisas começaram a passar pela minha cabeça. Inclusive a que passaria na cabeça de qualquer mulher: fui usada pra fazê-lo esquecer outra ou pra fazer ciúmes, ou qualquer coisa do tipo.
E a revolta aumentou. Porque eu me sentia culpada (sem ser) por não gostar dele o quanto "achava" que ele gostava de mim, porque foi ele quem terminou comigo, quando o contrário era mais óbvio e porque eu levei um pé na bunda de graça de um maldito que não mereceu o tempo que me esforcei pra estar com ele e gostar dele.
Alcóolatra... chegava lá em casa todo dia (não importa se era meio ou fim de semana) com uma ou duas garrafinhas de cana. Só saía lá de casa quando entornava tudo. Aquilo me irritava de um tanto... "Mas fora isso e o modo que ele fala, ele é perfeito, e me ama. Não posso desistir, vou tentar mais um pouco!" Assim eu pensava! E pra quê!? Pra P*&(o%##$rra nenhuma!!
Quando eu saía e encontrava com ele e a talzinha nas festas, nem dava as caras. Mas a talzinha, adorava se gabar e se mostrar por estar com ele, no mínimo se sentindo o máximo por ele ter me descartado pra ficar com ela. ha-ha-ha... Gransdmerda!! Tanto, que tempos depois ele também a descartou. E eis que EU é que triunfei nessa história toda. Não por isso e sim porque recebi a melhor notícia de todos os tempos: Esse meu ex, tinha um ladinho obscuro que todos desconheciam.
Um amigo meu, soube por um amigo dele (que sabe disso porque é do meio) que o 'bonitão' do meu ex queimava a rosquitcha, kkkkkkkkkkkkkkkkkk. Isso mesmo, povos e povas, ele camuflava, dava o zé de bruquinha, dava o anel!! Sim, o grande Senhor do Anal, ops, anel!!hahahaha.
Quando soube, voltei até a falar com ele! Não com intimidade, mas por cordialidade, kkkkkkkkkk. Juro! E nem consigo ter raiva da tentaviva frustrada do moçoilo de enveredar pelo lado masculino do seu ser!!
Eu não sei se a ex dele sabe desse detalhe básico, mas eu daria tudo para contá-la, só pra ter outro prazer: o de ver aquele narizinho empinado cair por terra!!
Wellllllllllllllllll, pessoas (piada interna, apenas algumas pessoas que me conhecem e O conhecem entederão), hehehehe... Fico por aqui com mais um causo dessa minha vida boa aperriada!
;]

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Compromisso hoje é raro!

Na hora de cantar, todo mundo enche o peito nas boates, nos bares, levanta os braços, sorri e dispara: 'Eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também.' No entanto, passado o efeito do uísque com energético e dos beijos descompromissados, os adeptos da geração 'tribalista' se dirigem aos consultórios terapêuticos, ou alugam os ouvidos do amigo mais próximo e reclamam de solidão, ausência de interesse das pessoas, descaso e rejeição. A maioria não quer ser de ninguém, mas quer que alguém seja seu. Não dá, infelizmente, para ficar somente com a cereja do bolo - beijar de língua, namorar e não ser de ninguém. Para comer a cereja é preciso comer o bolo todo e nele, os ingredientes vão além do descompromisso, como: não receber o famoso telefonema no dia seguinte, não saber se está namorando mesmo depois de sair um mês com a mesma pessoa, não se importar se o outro estiver beijando outra, etc, etc, etc. Desconhece a delícia de assistir a um filme debaixo das cobertas num dia chuvoso comendo pipoca com chocolate quente, o prazer de dormir junto abraçado, roçando os pés sob as cobertas e a troca de cumplicidade, carinho e amor. Namorar é algo que vai muito além das cobranças. É cuidar do outro e ser cuidado por ele, é telefonar só para dizer bom dia, ter uma boa companhia para ir ao cinema de mãos dadas, ter alguém para fazer e receber cafuné, um colo para chorar, uma mão para enxugar lágrimas, enfim, é ter 'alguém para amar'... Somos livres para optarmos! E ser livre não é beijar na boca e não ser de ninguém. É ter coragem, ser autêntico e se permitir viver um sentimento!
     
Arnaldo Jabor*
(Assim dizem ser, no e-mail que recebi). ;)

domingo, 11 de maio de 2008

Diferença entre homens e mulheres!

APELIDOS
- Se Adriana, Silvana, Débora e Luciana vão almoçar juntas, elas chamarão umas às outras de Dri, Sil, Dé e Lu.
- Se Leandro, Carlos, Roberto e João saem juntos, eles afetuosamente se referirão uns aos outros como Gordo, Cabeção, Rato e Negão.
COMENDO FORA
- Quando a conta chega, Paulo, Carlos, Roberto e João jogam na mesa R$20,00 cada um, mesmo sendo a conta apenas R$32,50. Nenhum deles terá trocado e nenhum vai ao menos admitir que quer troco - logo o troco será convertido em saideiras.
- Quando as garotas recebem sua conta, aparecem as calculadoras de bolso e todas procuram pelas moedinhas exatas dentro da bolsa.
FILMES
- A idéia que uma mulher faz de um bom filme é aquele em que uma só pessoa morre bem devagarzinho, de preferência por amor.
- Um homem considera um bom filme aquele em que muita gente morre bem depressa, se possível com balas de metralhadora ou em grandes explosões.
DINHEIRO
- Um homem pagará R$2,00 por um item que vale R$1,00, mas que ele precisa.
- Uma mulher pagará R$1,00 por um item que vale R$2,00, mas que ela não precisa.
CASAMENTO
- Uma mulher costuma não se lembrar por que se casou com seu primeiro marido.
- Um homem costuma não fazer idéia de por que sua terceira mulher se divorciou dele.
BANHEIROS
- Um homem tem seis itens em seu banheiro:escova de dentes, pente, espuma de barbear, barbeador, sabonete e uma toalha de hotel.
- A quantidade média de itens em um banheiro tipicamente feminino é de 756. E um homem não consegue identificar a maioria deles.
DISCUSSÕES
- Uma mulher tem a última palavra em qualquer discussão.
- Por definição, qualquer coisa que um homem disser depois disso, já é o começo de uma outra discussão.
FUTURO
- Uma mulher se preocupa com o futuro até conseguir um marido.
- Um homem nunca se preocupa com o futuro até que consiga uma esposa.
MUDANÇAS
- Uma mulher casa-se com um homem esperando que ele mude, mas ele não muda.
- Um homem casa-se com uma mulher esperando que ela não mude, mas ela muda.
DIVIDINDO
- Uma mulher dividirá seus pensamentos e sentimentos mais profundos com o primeiro amigo que lhe dê atenção.
- Um homem só dividirá seus pensamentos e sentimentos mais profundos quando questionado por um advogado artimanhoso, sob juramento, e mesmo assim, apenas quando isso puder diminuir a sua pena.
SACANAGEM
- Se a mulher passar a noite fora e, ao chegar em casa, disser ao seu marido que dormiu na casa de sua amiga, ele poderá ligar para todas que não terá confirmação.
- Se um homem passar a noite fora e, ao chegar em casa, disser a sua esposa que dormiu na casa de seu amigo, ela poderá ligar a todos e, de todos terá a confirmação, alguns irão dizer que ele ainda está lá.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Quem fala o que quer, ouve o que não quer!

Pow, essa é de Morte!
Ontem eu estava no trabalho, quando a moça que fica na recepção pediu que eu a substituísse em seu horário de almoço. Eu, prestativa que sou, saí da minha sala e fui em direção à recepção. Quando abro a porta, dou de cara com um velho gordo e remelento que já estava sendo atendido. Assim que ele me vê entrando, levanta-se e diz em voz alta, abrindo os braços:
- Nossa, as portas do cèu se abriram e os anjos chegaram!
Imagine só, em pleno meio dia, eu verde de tanta fome e tendo que ficar ovindo aquelas piadinhas horríveis. Ainda tentei me segurar, mas não resisti e soltei:
- Nossa, pois eu acho que quando o senhor tava descendo do céu, suas asas quebraram e o senhor caiu de cara no chão!
O velho ficou vermelho de vergonha e a galera que tava na recepção caiu na gargalhada. Gosto de velhinhos, acho eles super fofos, trato super bem, mas assim como adoro, também odeio a versão "velhinhos tarados", que soltam esse tipo de piadinha do tempo que minha mãe era virgem (com o perdão do trocadilho, já que a coitada não tem nada a ver com isso). E não consigo ficar calada, foge ao meu controle esse tipo de situação. Minha chefe é que não gostou muito da brincadeirinha, mas é aquele negócio: "a gente perde o emprego mas não perde a piada"!!!

terça-feira, 6 de maio de 2008

Sexos opostos!



Diferenças que vem de longe, ainda na barriga!! Mas mostra a superioridade feminina desde sempre!
\o/

domingo, 4 de maio de 2008

O mico da minha vida!

Essa aconteceu há alguns anos, época em que eu trocava de namorado com a mesma freqüência com que eu trocava de sutiã. Eu tinha acabado de dispensar um cara e logo engatei namoro com outro, que era muito ciumento, por sinal. Então, uma bela noite, estávamos em uma balada e quando menos espero, dou de cara com meu ex. Mesmo vendo que eu estava com outro, ele passou a noite a me mandar recados e jogar olhares cheio de segundas intenções. Como meu namorado estava por perto, eu preferi fingir que não o conhecia. Mas o ex, indignado com aquela situação e já com os ânimos exaltados pela bebida, se aproximou de mim e me puxou pelo braço, como quem quisesse arranjar briga. Meu namorado vendo aquela cena e já querendo partir pra agressividade veio com tudo querendo explicações sobre o que estava acontecendo. E eu, sem saber o que falar, continuei fingindo que não o conhecia.
Apenas disse:
-Esse louco puxou pelo meu braço. Deve ser algum tarado, psicopata, maluco.
Nessa hora meu ex, enfurecido com o que acabara de me ouvir falar, e vendo toda aquela multidão parada olhando pra nós, simplesmente se aproximou de mim e calmamente falou:
-Desculpe, talvez você não esteja me reconhecendo mesmo. Mas com certeza disso aqui você vai se lembrar.
Quando menos espero, ele arriou as calças e se sacudindo todo começou a gritar:
-Reconhece isso aqui agora? Mas é claro que sim... isso você não iria reconhecer tão rápido, não é?
Eu fiquei paralisada olhando aquele louco balançar aquele negócio pra lá e pra cá gritando meu nome. E toda aquela multidão olhando e rindo! Foi uma experiência traumatizante!
Nem preciso dizer que depois dessa noite deprimente fiquei sem namorado e ainda tive que aguentar as piadinhas na rua por um bom tempo!
Mas eu ainda acredito em Darwin e na teoria da evolução das espécies!!

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Homens!

Três mulheres, uma noiva, uma casada e uma amante, estavam conversando sobre seus relacionamentos e decidiram agradar seus homens. Aquela noite todas as três iriam testar a sensualidade e o poder que exerciam sobre seus companheiros, usando corpete de couro, máscara nos olhos e botas de cano alto.Após alguns dias, elas tornaram a se encontrar. Cada uma relatou a sua experiência.
Disse a noiva:
- Naquela noite, quando meu namorado chegou em casa encontrou-me usando o corpete de couro, botas com 12cm de salto e máscara sobre os olhos. Ele me olhou intensamente e disse: ' Você é a mulher da minha vida, eu te amo'. Então fizemos amor a noite inteira.
A amante contou a sua versão:
- Ah, comigo também foi parecido. Naquela noite encontrei meu amante no escritório. Estava usando um corpete de couro, mega saltos, máscara sobre os olhos e... mais nada! Usava uma capa de chuva para cobrir meu corpo. Quando eu abri a capa, ele não disse nada... seus olhos me devoraram... me agarrou e tivemos sexo a noite toda.
E aí a casada contou sua história:
- Naquela noite eu mandei as crianças para a casa da minha mãe. Arrumei-me como combinado: corpete de couro, super saltos, máscara sobre os olhos. Então resolvi incrementar ovisual. Aproveitei para inaugurar um perfume novo e um batom vermelho que nunca tinha usado antes. Lembrei-me de um comentário que meu marido fez sobre a sensualidde da roupaíntima preta e coloquei a que acabara de comprar... um fio dental com um lacinho de cetim em ponto estratégico.. Quando meu marido chegou do trabalho, abriu a porta e me encontrou em pé no meio do quarto fazendo caras e bocas. Olhou-me de cima abaixo e disse: E aí, Batman, o que temos para o jantar?'

segunda-feira, 28 de abril de 2008

O Otimista!

- Ah! Então quer dizer que você cursa Estatística né?
- É sim!
- Curso difícil ein?
- Um pouco! Mas não é nenhum "bicho papão".
- Então você deve entender muito bem de probabilidade né?
- O necessário exigido pelo curso. Por quê?
- É que sou péssimo em cálculos, pior ainda em probabilidade. Posso te pedir pra calcular uma coisinha pra mim que estou muito na dúvida?
- Claro! Manda ver! Deixa só eu pegar minha calculadora.
- Então... Tem como você calcular qual a probabilidade que eu tenho de te dar um beijo?
- ... Ah, claro! Tem sim! Muito fácil...! De acordo com meus cálculos... A probabilidade disso acontecer ainda nessa vida é de 0,0000000000000001%! Tendo em mente que sempre há uma pequena margem de erros para mais ou para menos, claro! Essa margem de erros deve-se ao fator “nascer de novo” para interferir nesse resultado!
- Esperava uma porcentagem maior, mas como eu sou otimista, ainda consigo tornar esse resultado mais positivo do que pareça!
- Como assim? Não deu pra cair na real da sua situação não foi?
- Deu sim! Eu entendi EXATAMENTE a resposta da questão...!
- Ah, ta! Que bom que deu pra entender sem precisar de mais explicações!
- Entendi que ao menos... EU TENHO UMA CHANCE!!!!!
- Ein...?

sábado, 26 de abril de 2008

Fujam dos cafajestes!

Tudo o que eu queria era ser amada, que ele me respeitasse e desse valor aos meus sentimentos. Em vão.
Saía com outras, mentia, fingia, aprontava em qualquer lugar que estivesse e fosse. Mas era homem e por ser homem, era burro. Deixava pistas, rastros que eu seguia sem fazer muito esforço e descobria tudo: quando, como, onde, com quem, por que. Apesar de tudo, eu achava que ele poderia mudar, que as promessas dele de nunca mais repetir os erros se cumpriria. Eu queria acreditar, eu precisava acreditar... Porque o amava, porque o desejava, porque não conseguia viver longe dele, porque era burra. Muito burra. E dava-lhe mais uma chance.
As cenas se repetiam, eu descobria, a gente brigava, ele pedia “arrego” e eu perdoava. E assim foi esse inferno durante anos. E sem conseguir me livrar dele, eu passei a lutar com as mesmas armas. Alguém já disse por aí que chifre trocado não dói, né?! Vai ver que é isso mesmo. Porque eu passei a ficar com outros caras, e não me arrependo, de jeito nenhum. E por ser mulher, soube fazer bem feito. Muitas vezes com pessoas que ele conhecia e ele nunca soube ou percebeu. E não me considero safada por isso. O adjetivo não é esse. Posso ser tudo, menos safada. Trouxa, idiota, infeliz, iludida, infiel, justiceira... Mas não safada. Isso não, não admito. Ele fazia, porque eu não?!
Confesso que hoje vejo isso como uma grande idiotice, pois não ganhei nada, mas na época, foi a única coisa que pensei pra diminuir a dor e o sofrimento que eu sentia, já que não conseguia “me livrar” dele.
E assim foram-se os anos ao seu lado, até que abusei e decidi dar um basta. Depois de muito sofrer, de muito errar. Mas não lamento. Foi aprendizado e todo aprendizado é válido.
Tive outros namorados menos nojentos que esse. E soube ser feliz, soube respeitá-los, soube ser fiel. Porque tudo é uma questão de reciprocidade, tudo é uma questão de confiança.
Hoje sei detectar um cafajeste só em olhar pra ele. O tipo é basicão, não tem nem como ter dúvidas quanto ao caráter. E eu fujo, corro léguas desse tipinho de gente. Não valem à pena, não te respeitam. Se já tem um histórico de traição, vai te trair com certeza. Tem um papo bem conhecido e usa para todas as vítimas, é um doce no começo, depois mostra a que veio... Enfim, garotas, não caiam nessa! Palavra de quem já viveu um inferno, mas soube se salvar, apesar de algumas queimaduras.
Acreditem: eles não mudarão por vocês, eles vão trair na primeira possibilidade, eles mentem cinicamente jurando até pela mãe mortinha que não fizeram nada de errado, o histórico deles é imenso: a quantidade de mulher é diretamente proporcional aos chifres colocados nelas.
Não sejam masoquistas, fujam, denunciem, exterminem esse tipo de homem. Tudo bem, a mulherada ficará só no mundo, mas antes solteiras do que cornas!

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Safadeza não tem idade!!

Num asilo de velhos, um ancião se dirigiu a uma colega:
- Não podemos ter sexo, mas gostaria de ter alguém para segurar meu pênis, não creio que isso faça mal...
A coleguinha concordou, e durante dois meses se encontravam para tomar sol no terraço. Ele tirava o pênis para fora e ela pegava com muito carinho. Um belo dia ele desapareceu. Ela procurou por toda parte no asilo e foi finalmente encontrá-lo no quintal, sentado ao lado de outra velhinha, que segurava o seu pênis.
A antiga companheira ficou indignada:
- Durante dois meses eu segurei seu pênis sem problema e agora você me deixa por uma outra. O que ela tem que eu não tenho?
O velhinho retrucou sorrindo:
- Mal de Parkinson!!!
(e-mail recebido por uma churrasqueira de plantão).

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Porque Criatividade Merece Respeito!

Às vezes, o bom humor pode fazer toda a diferença:

Ele:
-Em cima de uma montanha bem alta tem um coqueiro. Nele, vários cocos. Um deles caiu. E aí, rola ou não rola?

Ela:
-Você merece um beijo só pela criatividade.

Esse cidadão, eu respeito.

sábado, 19 de abril de 2008

Pra que servem os homens mesmo?!

Numa noite dessas conversando amenidades no msn, me mandaram um link de uma comunidade no orkut intitulada “Feminismo akba qndo1 pneu fura”. Isso me fez lembrar então de uma viagem em família, muitos anos atrás, quando isso aconteceu. Meu tio parou no acostamento, certificou-se realmente que o pneu estava furado e nós, achando que o “bendito fruto entre as mulheres” iria abrir o porta malas, pegar o estepe e o macaco e mandar ver, não, retirou o celular do bolso e saiu pelo acostamento, pelo mato, subiu no carro e tantas outras artimanhas possíveis procurando linha pro celular. Tá. Realizem comigo: nós, no meio do nada, com o pneu furado, celulares sem sinal (com possibilidades mínimas de conseguir uma ligação) e um estepe novinho e um macaco esperando no fundo do carro. Qual opção você escolheria?! Até porque mesmo que ele conseguisse ligar, daqui que o guincho chegasse, nós já teríamos chocado um ovo esperando.
Insistências à parte (pra que perder tempo explicando a um ser que não quer nos escutar que SIM, DÁ PRA TROCAR ESSE BENDITO PNEU sem precisar chamar um guincho), lá fomos eu e minhas duas tias fazer o “servicinho sujo” sozinhas.
Não tem nenhum bicho de 7 cabeças como a gente pensa, ou os homens nos fazem pensar pra se sentirem úteis. Você vai, coloca o macaco lá bonitinho, ele sobe o carro, você desparafusa os pneus (nessa hora é preciso força, mas éramos 3 mulheres e demos conta do recado), pega o estepe, coloca no lugar do outro, parafusa, desce o carro, tira o macaco e TCHAN-RAN... tá pronto!!
Não é à toa que a comunidade tem pouquíssimos membros...
Mas aí vem o pequeno-grande detalhe: a gente esbarra com o “machismo”. Meu tio não botou fé no serviço. Ficou lá de longe, só olhando e reclamando, dizendo que não ia dar certo, e quando enfim deu, ele ficou com medo de seguir viagem achando que o pneu poderia estar mal-colocado, folgado ou coisas do tipo. Dá pra acreditar?!
A gente suja as mãos, põe força, fica toda suada, morta de sede e ainda tem quem ouvir isso?! É pra esganar qualquer mortal!! Mas o que importa é que seguimos viagem e mesmo ele parando na cidade mais próxima pra levar o carro na oficina, ainda fomos elogiadas pelo mecânico, pois ele disse que tava tudo dentro dos conformes!! Rum... Pra que servem os homens mesmo?!

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Novela Mexicana Parte I

Minha vida amorosa parece mais uma novela mexicana. Não consigo entender a atitude de certas pessoas. Às vezes me acho boba demais e me sinto uma “pteridófita”, principalmente quando tentam subestimar minha inteligência. Por que todo homem acha que consegue enganar uma mulher? Nesses últimos dias me deu uma mágoa daquelas, daquelas de “caboco”. Tenta imaginar: eu faço tudo o que posso, e até o que não posso, por uma pessoa e ela parece não estar nem aí. Isso me magoa profundamente. Cansei de me esforçar sozinha e ver que não obtenho nada em troca. Não que eu só faça querendo receber, mas que pelo menos a pessoa reconheça que eu dei tudo de mim e que ela não retribuiu e nem teve o menor anseio disso. Eu pelo menos sou super grata a todos que já contribuíram de alguma forma em minha vida, e como diz o meu “amigo” Kajuru: quem não tem gratidão, não tem caráter.
Mas eu desejo de todo o meu coração que essa pessoa possa melhorar. Agora, se ela amanhecer toda esfaqueada, eu juro, eu não tenho nada a ver com isso.
Ah, preciso falar que nem a Paola Bratcho: "Carlos Daniel, você não perde por esperar".

E até o próximo capítulo.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Ainda Não Foi Dessa Vez...

Tem melhor época do ano pra você ouvir aquelas cantadas típicas de pedreiro de obras, do que Car-na-val?! Nossa... você sai pra se divertir, dançar, paquerar, acreditando que vão surgir altos gatinhos e dentre eles um possível pretendente ao cargo de "pai dos seus futuros filhos" (não custa sonhar, né?!), quando de repente você se depara com isso:

-Moça, queria te fazer uma pergunta.
-E por que não quer mais?
-Não, eu ainda quero.
-Faça.
-Hoje é seu aniversário?
-Não, por quê?
-Porque você está de Parabéns.
-Hã?!?! Como assim, Bial?

É, realmente ainda não foi dessa vez. E pára seriamente pra pensar numa possível inseminação artificial.

Divulgação De Super Curso!

*INSCRIÇÕES ABERTAS - NÃO PERCAM!*
NOVO CURSO DE FORMAÇÃO PARA HOMENS
*OBJETIVO PEDAGÓGICO*
Permite aos homens desenvolver a parte do corpo da qual ignoram a existência (o cérebro).
***SÃO 4 MÓDULOS***
*Módulo 1: Introdução (Obrigatório)
1. Aprender a viver sem a mamãe (2.000 horas);
2. Minha mulher não é minha mãe (350 horas);
3. Entender que não se classificar para o Mundial não é a MORTE (500 h);
*Módulo 2: Vida a dois
1. Ser pai e não ter ciúmes do filho (50 horas);
2. Deixar de dizer impropérios quando a mulher recebe suas amigas (500 h);
3. Superar a síndrome do 'o controle remoto é meu' (550 horas);
4. Não urinar fora do vaso (1.000 horas - exercícios práticos em vídeo);
5. Entender que os sapatos não vão sozinhos para o armário (800 h);
6. Como chegar ao cesto de roupa suja (500 horas);
7. Como sobreviver a um resfriado sem agonizar (450 horas);
*Módulo 3: Tempo livre
1. Passar uma camisa em menos de duas horas (exercícios práticos);
2. Tomar a cerveja sem arrotar, quando se está à mesa (exercícios práticos);
*Módulo 4: Curso de cozinha
1. Nível 1 (principiantes - os eletrodomésticos) ON/OFF = LIGA/DESLIGA;
2. Nível 2 (avançado) minha primeira sopa instantânea sem queimar a Panela;
3.. Exercícios práticos - ferver a água antes de por o macarrão;
***CURSOS COMPLEMENTARES:***
POR RAZÕES DE DIFICULDADE, COMPLEXIDADE E ENTENDIMENTO DOS TEMAS, OS CURSOS TERÃO NO MÁXIMO 03 ALUNOS.
1. A eletricidade e eu: vantagens econômicas de contar com um técnicocompetente para fazer reparos;
2. Cozinhar e limpar a cozinha não provoca impotência nem homossexualidade (práticas em laboratório);
3. Porque não é crime presentear com flores, embora já tenha se casado com ela;
4. O rolo de papel higiênico: Ele nasce ao lado do vaso sanitário? (biólogos e físicos falarão sobre o tema da geração espontânea);
5. Como levantar a tampa do vaso passo a passo (teleconferência);
6. Porque não é necessário agitar os lençóis depois de emitir gases intestinais (exercícios de reflexão em dupla);
7. Os homens dirigindo, podem SIM, pedir informação sem se perderem ou correr o risco de parecerem potentes (com testemunhos);
8. O detergente: doses, consumo e aplicação. Práticas para evitar acabar com a casa;
9. A lavadora de roupas: esse grande mistério!
10. Diferenças fundamentais entre o cesto de roupas sujas e o chão (exercícios com musicoterapia);
11. A xícara de café: ela levita, indo da mesa à pia? (exercícios dirigidos por parapsicoterapeutas e Mister M);
12. Analisar detidamente as causas anatômicas, fisiológicas e/ou psicológicas que não permitem secar o banheiro depois do banho.
(E-mail recebido por uma amiga "churrasqueira de plantão". Indico esse curso!! Gatos, façam um intensivão!)

terça-feira, 15 de abril de 2008

À Noite, Todo Gato é Pardo!

Um dia desses, conversando com uma amiga e lembrando episódios passados veio-me em mente um certo gatinho do meu passado com quem me relacionei por um tempo. Em um mês de farras e pegação, eis que surge ele... Não era nenhum príncipe encantado em um cavalo branco, mas tinha uma lábia grotesca e um papinho de te fazer cair nas garras. Eu adorava aquilo, mas sempre com os dois pés atrás e sem baixar a guarda, pois sabia que aquilo era artimanha pra pegar mulher, mas se era pra brincar de usar, que brincássemos direito.
Ficamos um tempo e depois de uma época, parei de dar uma de difícil e seguir pra o tchaca-tchaca, até porque ninguém é de ferro, né? Então fui pra "festa no apê" dele.
De início, o clima foi interrompido por ele, que queria colocar uma música de fundo. Nossa! Achei até muito romântico e sensual... Mas isso tudo acabou após ter deixado a criaturinha escolher, sozinho, a trilha sonora (broxante) de uma porcaria de um CD acústico de uma banda qualquer de forró que tenha nome de remédio pra quem está gripado! Que coisa mais brega!!! Mas fingi que não ouvia nada e me concentrei apenas nos gemidos e no ranger da cama, que cá pra nós, dava de 10 x 0 no som que tava tocando!
Sabe-se lá quantas horas depois, acabou-se tudo. Transa ‘marromeno’ boa, dava até pra prever mais uns amistosos. Só que a criatura capotou, roncava e babava mais que tudo na vida, e deixou aquela bendita nave ligada, tocando e tocando incansavelmente o danado do CD da banda de xarope com altas versões de músicas internacionais da época que minha mãe ainda nem sabia de onde vinham os bebês! Apesar de tudo, consegui tirar uns cochilos! Até porque eu tinha ao menos que suportar aquilo até amanhecer o dia pra poder ir embora!
Depois de horas que pareceram anos, o sol raiou! Então decidi levantar e ir dormir na minha casa, sem ronco, sem baba e sem música broxante! Não contei conversa e fui ajeitar as coisas para ir embora. Quando amanheceu, minha paciência realmente foi pelos ares! Lembro-me que minha amiga uma vez disse que sempre devemos ir embora de qualquer canto antes de amanhecer o dia. Porque de acordo com a filosofia dela, à noite todo mundo é lindo e não tem defeito algum! Realmente, depois que os efeitos da bebida passaram e os raios solares apontaram no céu... Até aquele bumbum masculino sexy e durinho que admirei a noite toda, não passava de uma mera bunda cabeluda como a de quase todos os homens primatas, e ainda por cima, com estrias...!

Velhinho Carente

Tava em casa, estudando pra uma prova. O telefone toca. Vou atender e um homem (a voz aparentando ter uns 50 anos) diz:

- Boa noite, é do 145 (Disk Amizade)?!
- Não, senhor, foi engano.
- Desculpa. Mas você não poderia ficar conversando um pouquinho comigo não?!Estou muito carente. Você também não está carente não?!

TENHA DÓ, NÉ?! PERDI A EDUCAÇÃO NESSE EXATO MOMENTO E PARTI PRA IGNORÂNCIA:

- Meu senhor, eu sou jovem, tô na flor da idade e carência é coisa que não me pertence, ao contrário do senhor, que já deve ser um velho gagá.
- Sua voz é bonita até quando você está com raiva, sabia?! E deve ser carinhosa também. Você dá carinho ao seu namorado?!
- Dou até outras coisas, tio, imagina carinho. Agora ao senhor, eu gostaria também de dar uma coisinha.
-Hummm, o quê?!
-Um belo chute no seu saco caído. Passar bem.

=D

Mandei bem!! \o/
Agora essa de dizer que discou errado, não me convenceu. Um número residencial é bem diferente desses de disk-alguma bobagem. Ai, ai... Infantilidade (lê-se safadeza) masculina não tem idade.

Nem tudo o que parece, é.

Certo dia, conheci um cara que não era nenhum galã de novela das oito, mas vivia chovendo mulher na horta do dito cujo. De início ele deu em cima de mim, ficou me cantando e dizendo que tava muito a fim de ficar comigo. Eu, sem ter o que fazer, e querendo esquecer uma decepção passada, fiz doce no começo, mas depois começamos a ficar. Sabe como é, né? Não tinha nada a perder, só a somar! =D
Nem estava muito afim, mas como ele era tão famoso entre as mulheres, pensei logo de cara que deveria ser muito bom de cama. Então fiquei logo imaginando que uma noitada muito boa estava à minha espera! Doce ilusão! Começamos a ficar e depois de um tempo rolou a tão esperada "noite dos prazeres"! Estávamos em uma festa e depois que fomos embora ele pegou destino ignorado e fomos parar em um motel. Eu estava super nervosa porque era minha primeira vez em um motel, e com ele e naquela expectativa toda pela performance do garanhão, achando que seria uma noite do outro mundo, porque se tinha tantas mulheres correndo atrás dele daquele jeito, com certeza deveria ser porque no mínimo o cara tinha o bilau de ouro!
Aff! Lembro-me como se fosse hoje a decepção que sofri! Começamos a namorar, beijos, abraços e carícias... Chegamos às preliminares... Até aí tudo bem. Então, partimos para o rala e rola!
"Seria cômico se não fosse trágico"! Se bem que lembrando hoje em dia, consigo dar risadas ao recordar de uma das piores transas da minha vida, senão a pior até hoje! De início, o brinquedinho do menino era pequeno. Mas isso aí eu deixei passar porque o brinquedinho até poderia ser pequeno, mas quem sabe ele não soubesse ao menos brincar direitinho, né? Mas que nada! Além de ser pequenino, acho que ele pensava q só servia a ponta!
Fora que não saímos do franguinho assado e foi só uma, bem mixuruca, a noite toda! Depois disso, foi virar para o lado e dormir! Não vou entrar muito em detalhes, mas... Resultado final: não senti nada e quase dormi esperando ele acabar! Depois dessa, ainda tive que agüentar ele me falar que adorou e queria um replay. Deus que me livre! Ainda bem que não rolou a famosa frase: “foi bom pra você querida?" porque não consigo imaginar qual resposta eu teria dado! Não preciso explicar também onde foi parar esse relacionamento, né gente? Resposta: espaço!!!!

Marque com X - Ailin Aleixo

Durante muito tempo acreditei que o que me fazia amar um homem era a inteligência. Ficava enfeitiçada com citações, elucubrações e teses. Mas não era. De nada adianta um perito em física nuclear, se ele não rir das pequenas besteiras que faz, se não souber aproveitar um sábado quente simplesmente não fazendo nada (e curtindo o ócio), se virar um psicopata quando alguém o fecha no trânsito. Então saquei: bom humor era o que mais me atraía.
Sempre achei delicioso estar com alguém que não vê o mundo como uma grande e monstruosa boca cheia de dentes prestes a mastigá-lo, que vive sem arrastar correntes, faz de tudo uma possível piada. Só que nem tudo é uma piada e, em certas horas, tudo o que quero é alguém que me escute e diga algo que me conforte a alma. E, nesses momentos, o pior que pode acontecer é ser levada na piada - existe uma grande diferença entre alegria de viver e recusa a sair da infância. Pois é, não era bom humor o que me fazia amar alguém: era, antes, sensibilidade.
Telefonemas de bom-dia, atenção a informações aparentemente banais, mas que dizem muito a meu respeito, não ficar azedo e arredio por causa das minhas pequenas (ou grandes) oscilações de humor - tudo o que eu podia querer. Quase tudo. Tenho personalidade forte e só sobrevive ao meu lado um homem que grite comigo quando eu passar dos limites do bom senso, demonstre desagrado quando eu exigir demais e oferecer de menos. Preciso ser cuidada, mas tenho que sentir que quem está comigo é um homem de verdade e não um principezinho criado pela avó. Quero ser domada, tomada. Mais uma vez minha certeza caiu por terra: nem inteligência, bom humor ou sensibilidade eram o que me fazia amar alguém. Era - isso, sim - virilidade.
Mal abrir a porta da sala e ser consumida por beijos. Ter a roupa arrancada no caminho da cozinha, ser jogada na mesa de jantar sem tempo pra pensar no que está acontecendo, só sentir e saber o tesão incontido daquele homem por mim. Ser desejada com urgência e paixão é um dos maiores elogios que uma mulher pode receber, mas só ser desejada de nada adianta, pelo menos não depois da décima trepada monumental: quando acaba o suadouro, o que resta? Se pouco importa o saldo, o que interessa mesmo é a movimentação, então estamos feitos. Mas, se existe a possibilidade de ser esmagada pelo vazio de sentido após o orgasmo, de nada vale. Pelo menos se não vier acompanhada de carinho. Taí: pensei, então, que carinho era a pedra fundamental pra despertar meu amor.
Mas logo descobri que não era. Carinho é um sentimento abrangente demais: nos invade desde a visão de um cachorro abandonado até a palavra confortadora para alguém que pouco nos importa mas a quem também não queremos mal. Não bastava, era muito pouco. Daí constatei que o essencial para que eu amasse alguém era notar no outro a vontade de ficar, o desejo de estar comigo. Constatei coisas demais e fiquei paralisada diante do ideal que havia criado: absurdo e fictício.
Hoje sei que toda enumeração é uma estupidez e qualquer tipo de formulário emocional, uma passagem sem escalas pra frustração. Claro que gosto de homens cultos, atenciosos, interessantes, divertidos e viris - seria mentira negar. Mas a verdade é que, para que eu ame alguém, basta que eu ame alguém. Porque, quando se precisa justificar o amor, é porque ele não existe. Simples assim.

De onde surgiu a expressão: "Fazer nas coxas"

Eu conheci um cara que tinha tudo pra dar certo. Ele era fofo, gente fina, inteligente, esforçado, engraçado e parecia estar tão interessado quanto eu. Já estávamos há um tempo juntos, até que resolvi dar um passo adiante. Saímos pra tomar um chopp e depois fomos para um motel. Não sou muito de ligar pra essas coisas, mas motel barato deixa você com a sensação que é só mais uma que o cara quer pegar, tirar proveito e “valeu, foi bom, adeus!”. Desencanei e fui. De tanto chopp que tomei, era normal querer fazer xixi de 5 em 5 minutos. Mas pra minha surpresa, o banheiro do quarto sequer tinha porta e apesar de saber que eu ia ficar pelada mesmo ali dentro, não queria começar tendo que ser sentada no vaso, com as calças arriadas, olhando pra ele sentado na cama me observando e eu puxando um assunto atrás do outro para ele não ouvir o xixi jorrando feito cachoeira. Tive que pedir pra ele sair do quarto enquanto eu fazia o serviço, né?!
Passados todos os aperreios, fomos pro que realmente interessava na noite. Estávamos lá, nos sarros e amassos, mas ainda vestidos e apenas com ambos os zíperes das calças abertos e estas um pouco arriadas. Ficamos assim, eu por baixo, ele por cima e eu pensando cá com meus botões quando ele ia botar pra quebrar. Só que de repente, ele saltou de cima de mim, virou pro lado e respirou fundo como se tivesse voltado de uma corrida pelo quarteirão. Ãn?! Como assim?!
Nos "vestimos", ele puxando assuntos nos quais eu não conseguia me concentrar, pois ficava me perguntando o que teria acontecido: se ele tinha brochado, se tinha se desiludido comigo, se não tava afim ou algo do tipo.
Já no carro, na hora de pagar, cadê que o cartão dele passava?! Desprevenido, sem grana (dizendo ele que gastou a grana no bar e tinha somente alguns trocados), eu sem cerimônia, dei o dinheiro e paguei o motel. Ele um tanto quanto constrangido, resolveu passar num caixa eletrônico, mas àquela altura do campeonato nenhum caixa ia estar aberto. Então pediu que eu mandasse o número da minha conta pra ele quando conversássemos no msn (esqueci de dizer que ele trabalhava fora, só vinha de dois em dois meses pra cá), e ele me reembolsaria. Mainemmóóórttaaa que eu ia fazer isso e deixei pra lá.
No dia seguinte, depois de muito dormir pra esquecer essa noite trágica, recebo uma ligação dele dizendo que a noite tinha sido ótima e que gostaria muito de repetir novamente. Como assim Bial?! E pra piorar disse que tava com medo, pois tínhamos “transado” sem camisinha e achava que era melhor eu tomar a pílula do dia seguinte. Eu só faltei cair na gargalhada.
Resumão do babado: O caba passou a noite furufando com a minha linda coxa e achou que tinha mandado ver. Estranhei por não ter me melado, mas como ele tava sem camisinha e jurando que tava transando comigo, aquele pulo pode ter significado que ele tinha chegado aos finalmente e pulou fora pra “não gozar dentro”.
Fiquei pretérita-passada-perfeita com isso. Ainda fui boazinha e dei uma outra chance quando ele retornou dois meses depois, pra tirar a prova dos nove (geralmente alguns caras ficam nervosos tentando impressionar na primeira vez), mas nem preciso dizer que foi um fiasco... Ficamos por aí mesmo e dei um jeito sutil (que só mulher tem) de dizer: “valeu, nem foi tão bom, então... adeus”.
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